Albion
Babyshambles | The Blinding
[Parlaphone, 2006]

Por diversas vezes as drogas ajudaram diversos artistas a exceder o limite da criatividade, entrar em outras dimensões, criando obras magníficas. Mas Pete Doherty - o mais famoso junkie dos tempos atuais - deixa a entender que há excessões, isso pelo último trabalho de sua banda "Babyshambles", digamos assim, não é uma das melhores surgidas nos últimos tempos, ficando muito atrás no quesito qualidade para os grupos de seus ex-comparsas, Dirty Pretty Things e Yeti, provavelmente por chamar mais atenção pela relação auto-destrutiva de seu líder, relacionamentos, prisões semanais, internações em clínicas de recuperação, deixando o próprio Doherty esquecer de seu grande talento, que ajudou a alavancar uma das melhores bandas deste novo século, e junto com Strokes, Hives e Cia. causaram uma bálburdia inacreditável no cenário roqueiro atual.
O primeiro disco dos Shambles chamado "Down in Albion" foi um fracasso, não agradou a crítica, público, resumindo, não agradou ninguém. Muitos shows da banda foram cancelados pelas visitas de Pete a cadeia. A banda finalmente tem tudo para decolar, o frontman quis se curar do vício, fez tratamentos intensivos, para coroar tudo isso, mostrou um novo trabalho do grupo. Não é uma obra prima, porém, muito melhor que o pífio álbum de estréia.
The Blinding, lançamento realizado pelo selo Parlaphone - o contrato com a gravadora foi de cinco milhões de libras, algo com 5 milhões de reais - que contou com Beatles no seu time, transmite a sensação de um Doherty em forma, mostrando sua ótimas melodias, letras falando sobre seu dia-a-dia ao longo de cinco faixas. O EP começa bem com a grudenta faixa-título. Logo após Love You (But You're Green), no máximo agradável, mas nada aclamável. I Wish é a próxima, uma palavra para ela, horrível, percebe-se toda a influência de reggae, pule, melhor para seus ouvidos . A quarta música Beg Steal or Borrow, ápice do trabalho, bela melodia, grudenta e simples, como uma grande música é. Por final, Sedative, melancólica, outra boa canção.
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[Parlaphone, 2006]

Por diversas vezes as drogas ajudaram diversos artistas a exceder o limite da criatividade, entrar em outras dimensões, criando obras magníficas. Mas Pete Doherty - o mais famoso junkie dos tempos atuais - deixa a entender que há excessões, isso pelo último trabalho de sua banda "Babyshambles", digamos assim, não é uma das melhores surgidas nos últimos tempos, ficando muito atrás no quesito qualidade para os grupos de seus ex-comparsas, Dirty Pretty Things e Yeti, provavelmente por chamar mais atenção pela relação auto-destrutiva de seu líder, relacionamentos, prisões semanais, internações em clínicas de recuperação, deixando o próprio Doherty esquecer de seu grande talento, que ajudou a alavancar uma das melhores bandas deste novo século, e junto com Strokes, Hives e Cia. causaram uma bálburdia inacreditável no cenário roqueiro atual.
O primeiro disco dos Shambles chamado "Down in Albion" foi um fracasso, não agradou a crítica, público, resumindo, não agradou ninguém. Muitos shows da banda foram cancelados pelas visitas de Pete a cadeia. A banda finalmente tem tudo para decolar, o frontman quis se curar do vício, fez tratamentos intensivos, para coroar tudo isso, mostrou um novo trabalho do grupo. Não é uma obra prima, porém, muito melhor que o pífio álbum de estréia.

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