Monday, May 14, 2007

Hey monkeys.


Fenômeno? Mega-Hype? Apenas mais uma banda? Várias indagações são possíveis para o Arctic Monkeys. O grupo britânico mais hypado do novo século. "Whatever People Say I Am, That´s What I´m Not.", álbum de estréia dos jovens de Sheffield foi o 5º mais vendido da história Inglesa, com 360.000 mil cópias, apenas na primeira semana. Para muitos, isso não justifica a ultra-simpatia com o conjunto. Todavia, o debut é realmente sensacional, e o frisson justifica-se.

Garotos jovens e talentosos, logicamente, um segundo disco era esperado, impulssionado pelo sucesso repentino que fez o baixista Andy Nicholson sair por não aguentar tanto alarde. E o todo esperado segundo CD foi lançado, entitulado de "Favorite Worst Nightmare". Nota-se a mesma energia do primeiro, com guitarras mais funkeadas, linhas de baixo não tão retas, uma bateria muito bem trabalhada e marcarda, a voz inconfundível de Alex Turner aprimorada.

O disco começa sensacional com uma fileira de 5 grandes canções. Brianstorm, o single é excelente, a bateria inicial meio irritante, mas para alguns excelente, dita o ritmo brutal. Logo após, Teddy Picker, a segunda melhor faixa do disco, seguida de D is for Dangerous, uma porrada de 2:20min. A espetacular, singular, esperta e simpática, mais todos os adjetivos possíveis e impossíveis Fluorescent Adolescent, melhor do disco. Depois, vêm a decadência. Sete faixas de medianas a ruins, porém audiveis. Salva-se The Bad Thing.

Os Monkeys transformaram as canções pesadas em ainda mais pesadas, e as leves em ainda mais leves. Passaram no teste do segundo disco, apesar de "Favorite Worst Nightmare" estar bem regular, perdendo a qualidade e essência linear do primeiro disco. Entretanto, com a quantidade de bandas que foram um fiasco em seu segundo trabalho, lançando álbuns funestos, o do macacos foi um sucesso, agradando quase a totalidade do público, e vendendo muito bem.

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